LULA FAZ APELO PARA CESSAR A GUERRA

Pedido de clemência por crianças em Gaza e Israel feito por Lula repercute no mundo.

Líder brasileiro estampa noticiário em todo o planeta e é retratado como figura central para o fim do morticínio. Brasil recupera sua importância global após anos ridicularizado.

Os jornais do mundo inteiro estampam seus noticiários nas últimas 24 horas com o fortíssimo pedido de clemência feito pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para que crianças sejam poupadas do morticínio levado a cabo no conflito entre o grupo radical palestino Hamas e Israel.

Iniciada nas primeiras horas do último sábado (7), a nova escalada do enfrentamento, a mais violenta em décadas, colocou as crianças no centro de um drama. Dezenas foram assassinadas pelo Hamas nos ataques promovidos em kibutz e vilas do território Israelense, que ainda levou muitas delas como reféns para Gaza. Em contrapartida, os bombardeios indiscriminados realizados pelas IDF (Forças de Defesa de Israel, na sigla em inglês) já deixaram mais de 400 crianças mortas no território palestino, devastado o tempo todo por mísseis disparados pelos caças supersônicos do Estado judeu.

Quero fazer um apelo ao secretário-geral da ONU, António Guterres, e à comunidade internacional para que, juntos e com urgência, lancemos mão de todos os recursos para pôr fim à mais grave violação aos direitos humanos no conflito no Oriente Médio. Crianças jamais poderiam ser feitas de reféns, não importa em que lugar do mundo. É preciso que o Hamas liberte as crianças israelenses que foram sequestradas de suas famílias. É preciso que Israel cesse o bombardeio para que as crianças palestinas e suas mães deixem a Faixa de Gaza através da fronteira com o Egito. É preciso que haja um mínimo de humanidade na insanidade da guerra. É urgente uma intervenção humanitária internacional. É urgente um cessar fogo em defesa das crianças israelenses e palestinas. O Brasil, na presidência provisória do Conselho de Segurança da ONU, se juntará aos esforços para que cesse de imediato e em definitivo o conflito. E continuará trabalhando pela promoção da paz e em defesa dos direitos humanos no mundo”, escreveu Lula em seu perfil oficial na rede ‘X’, o antigo Twitter. É válido lembrar que o Brasil ocupa temporariamente, neste mês de outubro, a presidência rotativa do Conselho de Segurança das Nações Unidas.

Um dos mais importantes veículos de imprensa do Estado judeu, o Times of Israel destacou a exortação feita pelo brasileiro e retratou ainda os esforços feitos pela diplomacia praticada pelo Ministério de Relações Exteriores, chefiado pelo chancelar Mauro Vieira, na busca para uma solução para o conflito. Quem também destacou a ações de Lula para tentar poupar as crianças na tragédia ocorrida no Oriente Médio foi a agência Reuters.

Outro jornal histórico e relevante de Israel, o Jesuralem Post, trouxe entre suas manchetes a proposta do líder brasileiro por um cessar-fogo por razões humanitárias, o que preservaria a vida dos pequenos inocentes que vivem em Gaza e no território israelense.

O maior jornal da Índia, o The Times of India, foi outro veículo de relevo internacional a dar destaque ao apelo feito pelo ex-sindicalista que se tornou a mais importante liderança política do Brasil de todos os tempos, frisando que Lula pretende uma paralisação nos ataques a Gaza para que um corredor humanitário seja estabelecido na fronteira com o Egito.

Já o espanhol El País traz em sua página na internet a repercussão de um telefonema do chanceler chinês Wang Yi para o assessor especial de assuntos internacionais de Lula, o ex-ministro e ex-chefe do Itamaraty Celso Amorim, destacando a importância do Brasil nesse âmbito. O país passou os últimos quatro anos, durante o governo do radical de extrema direita Jair Bolsonaro (PL), sendo ridicularizado na comunidade internacional pelas posições bizarras e conspiracionistas dos diplomatas insanos alinhados ao líder radical reacionário que controlaram a política externa brasileira.

Quem ainda repercutiu a proposta humanitária de Lula foi o britânico The Guardian, que em sua manchete sublinhou a fala do chefe de Estado do Brasil sobre “o fim da insanidade da guerra

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